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25/04/2011 - 13h56 - Atualizado em 23/05/2012 - 09h55

Mesa 8

Cobertura Jornalística na Sociedade Contemporânea

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Jornalismo e pessoas com deficiência: construção de conceitos e superação de estigmas por meio da comunicação
Fernando Augusto Simões Saker

Minicurrículo:
Graduado em Bacharelado em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade de São Paulo (2007). Mestre em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero (2010). Trabalha no setor de imprensa do Centro Nacional de Referência em Biomassa (CENBIO) e escreve para a Revista Brasileira de Bioenergia. Realizou apresentações de pesquisa no Seminário Cultura das Mídias e Mediações Culturais (2009) e no XIV Colóquio Internacional sobre a Escola Latino-Americana de Comunicação – CELACOM (2010)

Resumo:
Esta dissertação analisa o tratamento dado pelo jornalismo brasileiro às pessoas com deficiência, tendo como objeto principal de estudo as notícias publicadas nos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo. Busca, por meio desta análise, observar como ocorre a formação de estigmas em relação a tal setor da sociedade e constatar quais são os motivos para a estigmatização. Com base em referencial teórico estruturado nos Estudos Culturais, Estudos Latinoamericanos de Comunicação e nos conceitos teóricos do Jornalismo, e nas constatações feitas dentro do campo dos Produtos Midiáticos, apresentou-se uma reflexão a respeito do problema exposto, a fim de buscar desfazer os estigmas relacionados às pessoas com deficiência e promover uma comunicação social que as inclua como parte integrante da sociedade.

Apocalypse Deux: O papel dos jornais Kanguka, Kangurra e Kinyamateka e das rádios Rwanda, RTLMC e Muhabura no genocídio de Ruanda
Márcio Harada

Minicurrículo:
Graduado pela Faculdade de Comunicação e Artes da Universidade Presbiteriana Mackenzie (2004). Especialista em Comunicação Jornalística pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero (2010). Sócio proprietário e diretor de arte da Mentes Design.

Resumo:
Entre abril e julho de 1994, o governo de Ruanda promoveu o extermínio sistemático da minoria etnica tutsi, provocando a morte de aproximadamente 800 mil pessoas, o equivalente a um décimo da população do país, num período de apenas 100 dias. O genocídio dos tutsi é, em muitos aspectos, comparável ao extermínio dos armênios, ocorrido em 1915, ao holocausto judeu durante a segunda guerra mundial e ao conflito de Darfur, que se passa nos dias de hoje. Um dos fatores que diferencia o caso específico de Ruanda é que, mais do que apenas canais para a propaganda racista, o uso de veículos de comunicação em massa, como jornais e, principalmente, programas de rádio, foi central na organização e mobilização de uma quantidade impressionante de civis em massacres que deixaram quase um milhão de mortos. Apresentar esses veículos, pesquisar suas origens e observar seus mecanismos de funcionamento durante o genocídio é o objetivo do trabalho. 

 
Sociedade em desencanto – Análise pós-moderna do filme Matrix nas revistas de curiosidade científica
Nathan Elias Fernandes

Minicurrículo:
Repórter da PLAYBOY e colaborador da revista OFFLINE.

Resumo:
A pesquisa procura mostrar como o período conturbado da pós modernidade influencia as produções cinematográficas de nosso tempo e, consequentemente, pauta a mídia. Tendo por foco o filme Matrix, um dos maiores representantes das incertezas contemporâneas, e as duas principais publicações de curiosidade científica e cultural do Brasil, as revistas Galileu e Superinteressante.