Cantora é agraciada com vários prêmios por seu terceiro trabalho

A cantora Beyoncé Knowles começou 2010 quebrando recordes. Ela levou 6 Grammys para casa. O Hit Single Ladies (Put A Ring On It) garantiu os prêmios de Música do Ano, Melhor Performance Feminina de R&B, Melhor Música R&B. Halo, que foi a musica mais executada nas rádios brasileiras levou o prêmios de Melhor Performance Vocal Feminina Pop, e At Last, Melhor Tradicional R&B Vocal Performance. Como era de se esperar, I Am...Sasha Fierce rendeu o prêmio de Melhor álbum contemporâneo de R&B.
Autora dos maiores hits atuais, a cantora chega ao Brasil essa semana para uma série de shows ao redor do país, com ingressos que chegam a custar R$500,00; mostrando ser um ícone da geração pop atual, e uma verdadeira diva.
A artista ficou famosa com a banda Destiny’s Child, na década de 90, ao lado de Kelly Rowland e Michelle Williams. O trio foi responsável por sucessos da década como No No No, Survivor e Say My Name, todas músicas embaladas por refrões pegajosos e danças coreografadas. Porém em 2003, a voz principal do trio decidiu ampliar seus horizontes e embarcou na carreira solo, Beyoncé lançou em 2003 Dangerously in Love.
A cantora nascida em Houston, em 1981, teve cerca de 11 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, e emplacou os hits Crazy in Love, que cantava ao lado do marido Jay-Z e Baby Boy, ao lado do rapper Sean Paul, que garantiu à cantora nove semanas no topo da parada Billboard Hot 100.
Além da voz inconfundível, Beyoncé trazia em seus videoclipes uma imagem sensual e um dom para dança incomparável, sendo imitada por boa parte das crianças e adolescentes da época.
Para completar seu currículo de compositora, cantora e dançarina, Beyoncé se aventurou nas telonas, atuando em Austin Powers – o Agente Bond Cama e Carmen – a Hip Opera.
Em 2004, recebeu cinco prêmios Grammy: Melhor Performance Vocal de Cantora de R&B por Dangerously in Love, Melhor Canção de R&B por Crazy in Love, Melhor Álbum de R&B Conteporâneo, Melhor Performance Vocal de Grupo ou Dueto por The Closer I Get to You e Melhor Colaboração de Canção/Rap por Crazy in Love.
Neste mesmo ano as Detiny’s Child se reuniram para lançar Destiny Fulfilled, mas após a turnê de divulgação do disco, a banda anunciou seu fim. Beyoncé ingressou então em projetos paralelos. Entre eles, a atuação nos filmes A Pantera Cor de Rosa e DreamGirls, que levou a cantora a ser indicada como Melhor Atriz nos prêmios Globo de Ouro.
Nesse período gravou também seu segundo álbum solo, entitulado B-day, que foi lançado mundialmente no dia 4 de setembro de 2006; ele estreou em primeiro lugar na Billboard 200, vendendo mais de 541 mil cópias somente na primeira semana.
De B-day foram retirados os singles Deja Vu e Irreplaceable, que foi tema de novela e virou um hit “chiclete”. O sucesso garantiu à cantora mais um Grammy, dessa vez por Melhor Álbum de R&B Contemporâneo.
Beyoncé fez turnês e divulgava seu trabalho enquanto gravava o terceiro disco, lançado em 18 de novembro de 2008, I Am... Sasha Fierce. O disco que traz o nome de seu alter-ego consagrou a cantora de uma vez por todas, tendo uma edição de luxo lançada meses depois.
O disco teve como singles as canções If I Were a Boy, Diva, Halo, Ego, Sweet Dreams e Single Ladies (Put a Ring on It), responsável por uma febre de coreografias semelhantes a de seu videoclipe.
Em 2009 a cantora ganhou o prêmio da Billboard de “Mulher do Ano”, e de "Cantora de Soul/R&B" no American Music Awards. Além de ter sido consagrada no Video Music Awards, arrebatando os títulos de: Melhor Clipe do Ano, Melhor Coreografia e Melhor Edição.
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